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sábado, 13 de setembro de 2014

A Cultura do Mosteiro


MÓDULO AV3

 Apresentação 
 O Mosteiro compreendido na sua autarcia como síntese simbólica, não apenas da nova atitude espiritual (a cidade de Deus), mas da ruralização e da fragmentação política e administrativa em que mergulha a Europa medieval. Mas igualmente como rede definidora, na sua geografia, do próprio processo de cristianização do continente, e também como repositório da cultura e dos mitos da própria romanidade decaída.

 Objectivos de Aprendizagem
 - Relacionar a Annontiation de Preljocalj com a arte enquanto veículo de expressão do misticismo religioso.
 - Compreender o papel desempenhado pelo movimento monástico na construção do mundo medieval.
 - Analisar as relações de poder entre a Igreja e a Monarquia enquanto factor da construção da sociedade medieval.
 - Justificar a importância do livro e da escrita na acumulação e conservação do saber e do poder.
 - Avaliar o modo como o Músico e o Iluminador colocam a sua arte ao serviço da glória de Deus.
 - Compreender as artes visuais enquanto veículo de um discurso teocêntrico. 

A IGREJA 
 Anonntiation (1995) de Preljocaj (1957-) Nesta coreografia Angelin Preljocaj convida-nos a mergulhar na profundidade do mistério de um tema religioso, a “Anunciação”: o mais sublime dos anjos foi enviado dos céus para anunciar a encarnação do verbo a Maria. Maria foi convidada a conceber “corporalmente a plenitude da divindade”. Desde a sua primeira criação “Marché Noir” que o coreógrafo francês tem desenvolvido um percurso singular na dança contemporânea. Para além dos trabalhos criados para a sua companhia (Ballet Preljocaj, 1984), Preljocaj tem sido convidado a coreografar para companhias como o New York City Ballet, Ballet da Ópera Nacional de Paris, London Contemporary Dance e Ballet Gulbenkian (Noces e Annonciation). É acima de tudo um construtor de imagens. Nas suas danças predomina uma linguagem coreográfica que oscila entre o movimento narrativo e o abstracto. Os temas de eleição são o amor, a guerra, o trabalho, a eternidade sempre integrados na perspectiva do quotidiano e envolvidos pela nostalgia da sua ascendência albanesa. Os seus trabalhos são sempre acompanhados por uma forte componente tecnológica, aos quais associa uma abordagem videográfica e sonora. Annonciation é a transposição cenográfica e alegórica de um episódio divino. A reinterpretação do misticismo religioso construída a partir de uma linguagem (corporal) expressa na dimensão do imaginário. O corpo é o lugar da confrontação com o simbólico e com a própria leitura tradicional do tema, numa mistura de êxtase e de dor. Uma coreografia densa sobre uma realidade mística na qual o coreógrafo questiona o encontro entre o divino e o humano e se interroga sobre a chave do conceito da “Anunciação”. A Igreja e os seus valores incorporados numa criação contemporânea. A história sagrada, a técnica narrativa desconstruída num dueto ambíguo que explora o sagrado na intimidade humana da Virgem
 Os espaços de cristianismo. 
 1. Séculos IX-XII Da reorganização cristã da Europa (Christianitas) ao crescimento e afirmação urbanos.
 2. A Europa dos Reinos Cristãos A Christianitas. As fronteiras dos reinos cristãos. Geografia monástica da Europa.
 3. O cristão São Bernardo (1090-1153) O que se sabe da vida de São Bernardo. Um monge no mosteiro. O cristianismo monástico.
 4. O mosteiro Uma vida própria, com domínio do tempo e do espaço. A auto-suficiência monástica O campo e as letras.
 5. A coroação de Carlos Magno (800) O imperador do Ocidente, Carlos Magno. Vida e feitos de Carlos Magno. O modelo de imperador cristão.
 6. O poder da escrita. Scriptorium, livraria e chancelarias. As palavras que se transformam em letras e frases. A iluminura: outra forma de escrita.
 7. Canto Gregoriano: da missa, um Gradual e um Kyrie; da liturgia das horas, uma Antífona com versículo salmódico. Cantar a horas certas. O canto e a liturgia. Um canto a uma só voz.
 8. São Pedro de Rates
 A arquitectura. Simplicidade, rudeza e mensagem. São Pedro de Rates na Christianitas.
 9. Livro de Kells (800 d.C.), Irlanda “Iluminar” como forma de oração. O Livro de Kells como expoente do processo de cristianização da Europa e síntese de culturas.
 Deus, fortaleza da Humanidade. 
 10. O mosteiro cluniacense de S. Pedro de Rates, como símbolo da ruralização e feudalização da Europa românica e da sua característica diversidade regional. Dos primórdios da arquitectura cristã à arquitectura bizantina: a importância da matriz antiga. Os renascimentos carolíngio e otoniano. A viragem do milénio, as novas rotas de peregrinação e a afirmação das ordens monásticas. A hegemonia da arquitectura religiosa. Formas de vida: o castelo e o mosteiro. Da recuperação das técnicas antigas à crescente complexidade dos sistemas construtivos. Os grandes centros difusores. Unidade e diversidade do românico. O românico em Portugal.
 11. Os poderes da imagem. O portal de S. Pedro de Rates como expoente do carácter da escultura românica. Os primórdios da escultura medieval: da arte paleocristã à arte dos invasores. Bizâncio e a ourivesaria carolíngia. A estrita dependência arquitectónica da escultura românica. O portal e o claustro como roteiros de ascese.
 12. O refúgio do esplendor. O papel da cor no templo românico. Dos primórdios da pintura cristã à arte paleocristã e ao triunfo do mosaico parietal. Carácter e evolução do mosaico bizantino. A sacralidade do códice. Da iluminura carolíngia às oficinas monásticas. Da iluminura pré-românica à iluminura românica.
 13. Um Deus conquistador. A arte muçulmana em território europeu. A Península Ibérica e a Sicília. O Islão, ponte entre a Antiguidade e o Ocidente. A arquitectura áulica e religiosa e a decoração arquitectónica. A arquitectura militar. As artes ornamentais. A arte moçárabe.
 1. Tempo 2. Espaço 3. Biografia 4. Local 5. Acontecimento 6. Síntese 7. 1º Caso prático 8. 2º Caso prático 9. 3º Caso prático 10. A arquitectura românica 11. A escultura românica 12. As artes da cor: pintura, mosaico e iluminura 13. A Europa sob o signo de Alá

 Situações de Aprendizagem / Avaliação
 - Selecção e organização da informação.
 - Interpretação das fontes (iconográficas e escritas).
 - Produção de texto escrito.

 Bibliografia / Outros Recursos
 Duby, Georges (1979). O tempo das catedrais. A arte e a sociedade (980-1420). Lisboa: Editorial Estampa (a análise da integração da arte e da sociedade no tempo medieval). Duby, Georges (1986). Guilherme, o Marechal. O melhor cavaleiro do mundo. Lisboa: Gradiva (perspectiva inovadora, análise muito completa e forma diferente de escrever história da cultura, através da biografia e sociedade). Duby, Georges (1997). Ano 1000. Ano 2000. No rasto dos nossos medos. Lisboa: Teorema (ensaio de conjunto sobre os caminho dos medos do homem no tempo). Knowles, M. D., Obolensky, D. (1968). Nouvelle Histoire de l’Église. Le Moyen Age. Paris: Éditions du Seuil (síntese qualificada sobre o tema) Le Goff, Jacques (1983). A Civilização do Ocidente Medieval. 2 vols. Lisboa: Editorial Estampa (obra de síntese complementada com estudos de caso temático-conjunturais). Marques, A.H. de Oliveira (5ª ed. 1987). A Sociedade Medieval Portuguesa – aspectos de vida quotidiana. Lisboa: Livraria Sá da Costa Editora (trabalho inovador pela leitura cultural que faz das ideias impensadas do quotidiano). http://www.encarta.msn.com (acedido em 09.05.05) (enciclopédia). http://www.infoplease.com (acedido em 09.05.05) (Columbia Encyclopedia.) http://www.universia.pt/conteudos/bibliotecas/bibliotecas_mapas_2.jsp (acedido em 09.05.05) (página que remete para mais de mil mapas históricos). http://www.lib.utexas.edu/maps/index.html (acedido em 09.05.05) (remissão da página anterior para mapas). http://www.camelotintl.com/index.html (acedido em 09.05.05) (Camelot International, visita a uma aldeia medieval). http://www.abbayes.net/histoire/cisterciens/index.htm (acedido em 29.11.04) (sítio de língua francesa com informação acessível sobre a história das ordens beneditina e cisterciense, biografia de São Bernardo, arquitectura das abadias, ... Remete para: http://www.cister.net/cisterciens/abbaye-cistercienne.htm (acedido em 09.05.05) (página da ordem cisterciense). http://architecture.relig.free.fr/accueil.htm (acedido em 09/05/05) (imagens de edifícios religiosos franceses medievais, resumo do livro de Duby sobre S. Bernardo...). http://www.newadvent.org/ (acedido em 2004-11-28) (biografia de São Bernardo). http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/hfe/momentos/modelos/index.htm (acedido em 29.11.04) (página de duas alunas da Faculdade de Ciências sobre o ensino na Idade Média). http://www.bownet.org//cyberbus/social.htm (acedido em 29.11.04) (informação histórica com imagens). http://www.hmml.org/vivarium/ (acedido em 29.11.04) (reproduz imagens de manuscritos; acesso por: personal collections e search) http://www.historyguide.org/index.html (acedido em 29.11.04) (com informação sobre Carlos Magno). http://www.bnf.fr/enluminures/themes/t_1.htm (acedido em 5.12.04) (a vida de Carlos Magno em iluminura na BNF). http://pirate.shu.edu/~wisterro/cdi/0800a_coronation_of_charlemagne.htm (acedido em 29.11.04) (imagem iluminada da coroação de Carlos Magno e alguns documentos que narram a coroação). http://www.herodote.net/accueil.htm (acedido em 29.11.04) (página com cronologia de Carlos Magno entre outros acontecimentos e figuras históricas).

A Cultura do Senado

MÓDULO AV2

Apresentação
 O Senado entendido como centro emanador da Lei, ela própria elemento modelador do Império Romano enquanto entidade jurídico-política, materializada na arquitectura que uniformiza o território. Ao mesmo tempo, também, como símbolo de uma forma de estar e de entender o mundo onde o ócio se converte num valor cultural.

 Objectivos de Aprendizagem 
 - Relacionar a fotografia de Sebastião Salgado com a Lei enquanto construção teórica e padrão de referência de igualdade e desigualdade.
 - Analisar o urbanismo e os principais edifícios de Roma como materialização da sociedade romana. - Avaliar a importância da acção individual na construção do império romano.
 - Identificar na civilização romana as estruturas do poder e do bem-estar.
 - Analisar o contributo do escultor, do pintor e do arquitecto - engenheiro na edificação dos espaços. - Justificar o papel comemorativo, utilitário e ornamental das artes

 A LEI 
 Escadas nas minas de ouro de Serra Pelada. Brasil, 1986, fotografia de Sebastião Salgado (1944 -). “Quando um grupo acha ouro, os homens que carregam os sacos de terra têm, por lei, o direito de ficar com um dos sacos que extraíram. Dentro, podem encontrar riqueza e liberdade”. Sebastião Salgado Fotógrafo de tradição documentalista, procurando captar o instante significativo de uma realidade, as suas fotografias reflectem um empenhamento comprometido associado a uma rara qualidade estética. Ao captar um momento, Salgado dá a ver, em muitas das suas fotografias, uma realidade mais profunda e transcendente que emociona e permite a reflexão. Na fotografia proposta da série da Serra Pelada podemos ver uma comunidade de homens que segue as suas leis próprias mas que está longe, no final do século XX, do cumprimento de uma lei universal e igual fundada pelos Romanos. A lei procura criar igualdades. Assim acontece na teoria legislativa. Na realidade, ainda hoje, a lei submete muitos iguais, repetitivamente iguais, como nesta fotografia de Sebastião Salgado, a profundas desigualdades. Aconteceu desta forma no mundo romano. A sua criação normativa de pensar a sociedade, a lei, baseou-se nas diferenças classistas de interesses, geradora de poder e de diferenciações de campos sociais: estar na lei ou estar fora da lei.
 A lei e a ordem do Império.
 1. Século I a.C. / d.C. O século de Augusto.
 2. Roma A planta da urbs. Ruas, praças, templos, casas, … os banhos, o Coliseu. O modelo urbano no Império.
 3. O romano Octávio (63 a.C.-14 d.C.) Octávio, uma dinastia que chega ao poder. Ser romano e imperador. As realizações de Octávio.
4 . O Senado A lei, da República ao Império. Os senadores e o cursus honorum. A retórica.
 5. O Incêndio de Roma (64) por Nero (54-68) Porquê incendiar Roma? A Roma e os romanos que arderam. Nero, o herói do incêndio.
 6. O ócio Os tempos do lúdico. Os jogos do Circo. A preocupação com as artes.
 7. A Coluna de Trajano (98-117) A função comemorativa das colunas. A narrativa da Coluna de Trajano. Uma linguagem escultórica.
 8. Frescos de Pompeia (79) O cataclismo de Pompeia. Habitações com cor e imaginação decorativas. Os conteúdos dos frescos.
 9. Anfiteatro Flávio, Roma (in. 72 d.C.) Arquitectura, ócio e espectáculo. A gestão das multidões. Da técnica à forma. O Anfiteatro Flávio como espaço retórico.
 Entre o belo e o útil.
 10. A Coluna de Trajano como símbolo do sentido monumental e comemorativo da arquitectura romana. A síntese romana dos patrimónios arquitectónicos etrusco e grego. Carácter da arquitectura romana: a utilidade e a grandiosidade. Os avanços tecnológicos. A utilização retórica da matriz helénica. Arquitectura e obras públicas. O Forum como síntese da arquitectura e da civilização romana. Principais edifícios e núcleos arquitectónicos. As variantes da casa romana. O urbanismo como materialização do Imperium.
 11. O Homem enquanto indivíduo. O friso da Coluna de Trajano (As campanhas da Dácia) como expoente do sentido comemorativo da escultura romana. A herança etrusca. Carácter da escultura romana: individualismo, realismo e idealização. O retrato como género.
 12. A vida enquanto forma de arte. Os Frescos de Pompeia como documento do cultivo do luxo na vida doméstica. A construção da ilusão arquitectónica. Primeiros ensaios da representação perspectivada do espaço. A arte do mosaico.
 1. Tempo 2. Espaço 3. Biografia 4. Local 5. Acontecimento 6. Síntese 7. 1.º Caso prático 8. 2.º Caso prático 9. 3.º Caso prático 0. A arquitectura romana 11. A escultura romana 12. A pintura e o mosaico
 Situações de Aprendizagem / Avaliação
- Selecção e organização da informação.
 - Interpretação das fontes (iconográficas e escritas).
 - Produção de texto escrito.

 Bibliografia / Outros Recursos
 Alarcão, J. (1988). O domínio romano em Portugal. Mem Martins: Publicações Europa-América (obra de síntese com profundidade da análise e clareza da exposição). Alfoldy, G. (1989). A história social de Roma. Col. Biblioteca de Textos Universitários. Lisboa: Ed. Presença (obra geral bem documentada e organizada). Bordet, M. (1991). Síntese de história romana. Porto: Ed. ASA (sistematização muito completa da história de Roma). Christol, M. & Nony, D. (1993). Roma e o seu império das origens às invasões bárbaras. Lisboa: D. Quixote (obra fundamental para a compreensão do processo de construção do Império). Giardina, A. (Coord.) (1991). O homem romano. Lisboa: Presença (obra bem estruturada, com análise crítica e bem fundamentada de cada tema). Grimal, Pierre (1995). A vida em Roma na Antiguidade. Mem Martins: Publicações Europa-América. (excelente para uma primeira aproximação). Pereira, Maria Helena R. (2ª ed. 1989). Estudos da história da cultura clássica. Vol. II: Cultura romana. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian (obra clássica pela profundidade da análise e clareza da exposição). Veyne, Paul (1988). A sociedade romana. Lisboa. Ed. 70 (inovação e síntese na abordagem de um tema muito abrangente). http://www.encarta.msn.com (acedido em 09.05.05) (enciclopédia). http://www.infoplease.com (acedido em 09.5.05) (Columbia Encyclopedia). http://www.universia.pt/conteudos/bibliotecas/bibliotecas_mapas_2.jsp (acedido em 09.05.05) (página que remete para mais de mil mapas históricos). http://www.lib.utexas.edu/maps/index.html (acedido em 09.05.05) (remissão da página anterior para mapas). http://users.erols.com/mwhite28/20centry.htm (acedido em 09.05.5) (atlas histórico do século XX). http://iam.classics.unc.edu/ (acedido em 09.05.05) (atlas do mundo mediterrânico). http://www.roman-emperors.org/impindex.htm (acedido 27.11.04) (biografia imperadores romanos). http://remacle.org/ (acedido em 28.11.04) (traduções francesas de textos latinos). http://pompeya.desdeinter.net/index.htm (acedido em 09.05.05) (arte romana). http://www.conimbriga.pt/index.html (acedido em 09.5.05) (Conímbriga). http://www.uc.pt/Conimbriga/html (acedido em 09.05.05) (Conímbriga). http://www.forumromanum.org (acedido em 09.05.05) (sobre a História de Roma). http://www.unicaen.fr/rome/ (acedido em 09.05.05) (planta de Roma, reconstituições e maquetas).

A Cultura da Ágora

MÓDULO AV1

Apresentação 
A Ágora assumida como marco, a um tempo físico e simbólico, da civilização helénica e da sua organização política e social, perspectivada na sua materialidade cultural e estética, com especial enfoque no caso ateniense. O homem da democracia de Atenas.

Objectivos de Aprendizagem 
- Relacionar o Estádio Municipal de Braga com as artes do jogo e a dignificação do corpo.
- Avaliar o impacto dos espaços públicos na vida quotidiana ateniense.
- Analisar a importância da acção individual nos diversos contextos da época.
- Reflectir sobre a construção política da sociedade helénica.
- Analisar o contributo do arquitecto, do ceramista e do autor de teatro na transformação e
documentação do mundo grego.
- Estabelecer a relação entre arte, técnica, harmonia e proporção

O homem da democracia de Atenas. 
 1. Século V a.C. O século de Péricles.
 2. Atenas A polis. Um olhar sobre a planta de Atenas. O mar e o porto. 
3. O Grego Péricles ( 500-429 a.C.) O que se sabe da sua vida? Democracia e representação. Péricles e a consolidação da democracia.
 4. A Ágora Um espaço público da cidade. Os homens da ágora. Conversar: do comércio e fazer político à razão.
 5. A Batalha de Salamina (480 a.C.) Os exércitos em presença. Porque se chegou à batalha? As políticas imperialistas. O significado da batalha.
 6. A organização do pensamento O mito, os sentimentos, as virtudes e a razão. Lógica racional e antropologia. A “razão”, para Aristóteles e Platão.
 7. O Parthenon e Athena Niké Descrição do Parthenon e do templo de Athena Niké. As normas das ordens. A arquitectura e as ordens.
 8. O diálogo entre o coro (kommos, lamentação) e Xerxes, depois da fala da Rainha nos Persas, de Ésquilo (525-456 a.C.) O estádio e o teatro. A tragédia e a comédia. Conteúdos e técnicas nos Persas de Ésquilo.
 9. O vaso de Pronomos (cerâmica de figuras vermelhas, 410 a.C.). A representação de actores e músicos: máscaras e trajes. Em busca da harmonia e da proporção.
 10. O Parthenon e o templo de Athena Niké e as ordens arquitectónicas como sistema racional de construção. A herança pré-helénica (do Neolítico às civilizações pré-clássicas): das primeiras técnicas de construção à capacidade de projectar no espaço e representar conceitos. As origens da arquitectura grega. O nascimento das ordens e a busca da harmonia e da proporção. Arte e ciência. O século IV e o novo sentido ornamentista. Do Império de Alexandre à arquitectura das cortes helenísticas: retórica e monumentalidade. A Acrópole como síntese da arquitectura grega. Principais edifícios e núcleos arquitectónicos. A casa grega. A Grécia, berço do urbanismo ocidental.
 11. O Homem em todas as suas dimensões. O friso do Parthenon (A Procissão das Panateneias) como expoente do ideal plástico da 1ª idade clássica. A herança pré-helénica e a escultura arcaica. Do estilo severo aos primeiros clássicos. Da 2ª idade clássica à escultura helenística.
 12. Uma arte menor? A cerâmica, arquivo de imagens da civilização grega. Do estilo geométrico à emergência da representação humana. A cerâmica de figuras negras e a de figuras vermelhas. A decadência da cerâmica. A divulgação da pintura a fresco e o refinamento da vida doméstica.

 1. Tempo 2. Espaço 3. Biografia 4. Local 5. Acontecimento 6. Síntese 7. 1.º Caso prático 8. 2.º Caso prático 9. 3.º Caso prático O homem da democracia de Atenas. 1. Século V a.C. O século de Péricles. 2. Atenas A polis. Um olhar sobre a planta de Atenas. O mar e o porto. 3. O Grego Péricles ( 500-429 a.C.) O que se sabe da sua vida? Democracia e representação. Péricles e a consolidação da democracia. 4. A Ágora Um espaço público da cidade. Os homens da ágora. Conversar: do comércio e fazer político à razão. 5. A Batalha de Salamina (480 a.C.) Os exércitos em presença. Porque se chegou à batalha? As políticas imperialistas. O significado da batalha. 6. A organização do pensamento O mito, os sentimentos, as virtudes e a razão. Lógica racional e antropologia. A “razão”, para Aristóteles e Platão. 7. O Parthenon e Athena Niké Descrição do Parthenon e do templo de Athena Niké. As normas das ordens. A arquitectura e as ordens. 8. O diálogo entre o coro (kommos, lamentação) e Xerxes, depois da fala da Rainha nos Persas, de Ésquilo (525-456 a.C.) O estádio e o teatro. A tragédia e a comédia. Conteúdos e técnicas nos Persas de Ésquilo. 9. O vaso de Pronomos (cerâmica de figuras vermelhas, 410 a.C.).
A representação de actores e músicos: máscaras e trajes. 10. A arquitectura grega 11. A escultura grega 12. A cerâmica e a pintura

Situações de Aprendizagem / Avaliação 
- Selecção e organização da informação.
 - Interpretação das fontes (iconográficas e escritas).
 - Produção de texto escrito.

Bibliografia / Outros Recursos 
Amouretti, M.C. (1993). O mundo grego antigo. Dos palácios de Creta à conquista romana. Lisboa: D. Quixote (interessante visão de síntese do mundo antigo).
Bonnard, A. (1972). Civilização grega. Lisboa: Estúdios Cor (obra inovadora pelas fontes utilizadas para ler a cultura grega).
Buttin, A-M. (2000). La Grèce Classique. Col. Guide Belles Lettres des Civilisations. Paris: Les Belles Lettres (exemplar síntese sobre o assunto).
Martin, T.R. (1998). Breve história da Grécia clássica. Lisboa: Ed. Presença (excelente síntese para a
introdução ao estudo do tema).
Mossé, C. Schnapp-Gourbeillon (1994). Síntese de história grega. Lisboa: Ed. ASA (síntese para
iniciação ao estudo do tema).
Vernant, J.P. (Coord.) (1994). O homem grego. Lisboa: Presença (obra bem estruturada, com análise
crítica e bem fundamentada de cada tema).
http://www.culture.gr (acedido em 28.11.04) (página do Ministério da Cultura da Grécia: lista dos sítios e monumentos gregos; textos explicativos e imagens da Ágora e da Acrópole).
http://155.210.60.15/HAnt/index.html (acedido em 29.11.04) (página de História da Antiguidade da
Universidade de Zaragoza: biografia de Péricles, as Guerras Pérsicas com mapas, incluindo o da
batalha de Salamina; seguir: Atlas da história antiga/ batalhas/ Salamina).